Versículo do Dia

Rm.7.22 \"Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus\"

ENFRENTANDO DOENÇAS NA FAMILIA.

12/11/2011 - 16h:34min

Filipense 2: 26 – 28 “Porquanto tinha muitas saudades de vós todos, e estava muito angustiado de que tivésseis ouvido que ele estivera doente. E de fato esteve doente, e quase à morte; mas Deus se apiedou dele, e não somente dele, mas também de mim, para que eu não tivesse tristeza sobre tristeza. Por isso vo-lo enviei mais depressa, para que, vendo-o outra vez, vos regozijeis, e eu tenha menos tristeza”

 

A doença é uma expressão de nossas limitações físicas, emocionais e espirituais. Ela é uma indicação viva de que somos seres humanos, habitando um corpo destinado a morrer. A doença inibe nossas atividades, nos atrasa, torna a vida mais difícil e com freqüência parece não ter significado ou propósito e faz surgir questões difíceis e cruciais, sobre o sofrimento somos atingidos por doenças, somos levados a fazer as seguintes indagações: Se Deus é bom, porque permite a doença, Se Ele é Todo-Poderoso, porque não suspende o sofrimento. É provável que nossas mentes finitas jamais venham a compreender plenamente as razões. A origem das doenças surgi da desobediência, Acidentes, Ingratidão, Má alimentação, Falta de exercícios, Hereditária, Ingestão de substâncias prejudiciais (drogas e veneno) Ferimentos, Contato com temperaturas extremas (muito frio ou muito calor) Desgaste ou degeneração de órgãos no corpo, Medo, ansiedade, preocupação Trabalho excessivo. Mas a doença envolve muito mais do que o mau funcionamento físico, ela está associada a uma grande variedade de reações tanto psicológicas quanto espirituais. Muitas dessas influências agravam a moléstia física e atrasam ou impedem a recuperação da pessoa.  Não é fácil ficar doente, pois a doença interrompe nossa rotina, quando não compreendemos o que está errado com nosso corpo, quando não sabemos quando vamos sarar, quando nos submetemos aos cuidados de estranhos, alguns dos quais são mais indiferentes ou científicos do que compassivos e sensíveis tudo isso aumenta nossa sensação de desânimo em face da doença. Quando ficamos doentes, nossa família é afetada, e quando percebemos tal coisa nos perturbamos quanto a isso. Nossa rotina é toda mudada, surgem às crises, as dificuldades financeiras, e até a perda de manter relação interpessoal, isso pode criar tensão dentro da família, resultando em fadiga, irritabilidade, e preocupação. É de suma importância que a família esteja unida e preparada para encarar com paciência e naturalidade tal situação, pois isso com certeza facilitaram na recuperação do doente.

 

Fp. 4.13 “Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece”.

 

Por isso não desanime, Deus velará por ti, não deixe o inimigo roubar sua fé, a Bíblia diz: espera no Senhor, anima-te e Ele fortalecerá o teu coração.

 

Rm. 8.18. Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.

 

A ruptura da rotina da vida, seja por que causa for, é sempre difícil, e em especial se for causada por uma doença prolongada. Mesmo uma doença passageira exige ajustes, concessões e sacrifícios. Os da família que não estão doentes talvez precisem fazer silêncio para que o doente descanse. Talvez tenham de renunciar a certas atividades. Mesmo assim, na maioria das famílias, até mesmo criancinhas se condoem de um doente, embora talvez ocasionalmente precisem ser lembradas de mostrar consideração.

 

(Colossenses 3:12) Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade;

 

Em caso de doença passageira, a família em geral sabe o que deve fazer, todos na família esperam ser tratados com a mesma consideração caso um dia venham a adoecer.

 

 Mateus 7:12. Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas.

 

E se a doença for muito grave e a ruptura da rotina for drástica e prolongada? Por exemplo, se alguém fica paralisado por um derrame, incapacitado pela doença de Alzheimer ou debilitado por outra doença? Ou se um membro da família vier a sofrer de uma doença mental, como a esquizofrenia? Em geral, a primeira reação é de compaixão, tristeza pelo grande sofrimento de um ser amado. Mas a compaixão pode ser seguida de outras reações. À medida que os da família se sentem muito afetados e vê a sua liberdade ser tolhida pela doença de uma pessoa, podem passar a criar ressentimentos.  O que se pode fazer para preservar o bem-estar espiritual e emocional de uma família que tenha alguém muito doente? Naturalmente, toda doença exige cuidados e tratamento próprios.

 

(Salmo 145:14) Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas.

 

Um trauma pode afligir o espírito da família bem como “o espírito do homem”.

 

(Provérbios 18:14) O espírito do homem susterá a sua enfermidade, mas ao espírito abatido, quem o suportará?

 

O êxito de uma família em lidar com uma doença grave depende em grande parte da atitude, ou estado de espírito, de seus membros.

 

Provérbios 17:22. O coraçäo alegre é como o bom remédio, mas o espírito abatido seca até os ossos.

 

A maioria dos que já enfrentaram doença na família concorda que, de início, não é incomum que outros na família achem difícil enfrentar a realidade. É de extrema importância a maneira de se encarar a situação. Mudanças e ajustes na rotina da família podem ser difíceis de início. Mas, se realmente se esforçar, a pessoa poderá ajustar-se a uma situação nova. Ao fazer isso, é importante não comparar as nossas circunstâncias com as de outros que não têm doença na família, achando que a vida deles é mais fácil e que ‘isso simplesmente não é justo!’. Na verdade, ninguém realmente sabe que cargas os outros têm de carregar. Todos os cristãos encontram consolo nas palavras de Jesus:

 

Mateus 11:28. Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. .

 

A família deve reunir-se e discutir a situação provocada pela doença, buscando primeiramente a orientação na Palavra do Senhor,

 

(Salmo 25:4) Faze-me saber os teus caminhos, SENHOR; ensina-me as tuas veredas.

 

 Conversando sobre o tratamento médico, assuntos financeiros, quem cuidará do doente, Como pode a família cooperar nesse sentido, De que modo os planos afetarão cada membro da família, Como serão atendidas as necessidades espirituais e outras do responsável principal de cuidar do doente. A doença grave na família pode causar problemas para os filhos. É vital que os pais ajudem os filhos a entender as necessidades que surgiram e o que podem fazer para ajudar. Se o doente é um dos filhos, devem-se ajudar seus irmãos a entender que a atenção e cuidados extras que ele recebe não significam que os outros filhos sejam menos amados. Em vez de permitir que surjam ressentimento ou rivalidade, os pais podem ajudar os outros filhos a desenvolver um vínculo ainda mais estreito entre si e a ter afeto genuíno à medida que ajudam a enfrentar a situação causada pela doença.  Criançinhas geralmente serão mais receptivas se os pais apelarem para seus sentimentos, em vez de para longas ou complicadas explicações clínicas. Assim, elas terão uma noção do que o doente está passando. Se os filhos não doentes observarem como a doença impede o doente de fazer muitas das coisas que eles consideram naturais, provavelmente terão mais “afeição fraternal” e serão “ternamente compassivos”.

 

1 Pedro 3:8. E, finalmente, sede todos de um mesmo sentimento, compassi-vos, amando os irmãos, entranha-velmente misericordiosos e afáveis.

 

Aos filhos mais velhos deve-se ajudar a ver que existe uma situação difícil e que é preciso sacrifício da parte de todos. Com consultas médicas e remédios a pagar, pode não ser possível que os pais dêem aos outros filhos tudo o que gostariam de dar. Ficarão ressentidos os filhos, achando que estão sendo lesados? Ou entenderão a situação e desejarão fazer os necessários sacrifícios? Muito depende de como o assunto é tratado e do espírito que se cria na família. De fato, em muitos lares, a doença na família ajuda os filhos a aplicar o conselho de Paulo:

 

Filipenses 2:3- 4. “Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo. Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros”.

 

Cristãos equilibrados não se opõem a tratamento médico. Quando alguém da família adoece, eles buscam avidamente ajuda para aliviar o padecimento do enfermo, surgiram doenças e distúrbios novos, muitos dos quais ainda não têm um tratamento padrão amplamente reconhecido. Até mesmo um diagnóstico correto pode ser difícil de conseguir. Então, o que deve fazer o cristão?  A família cristã tem de tomar decisões equilibradas. Talvez constatem que precisam obter mais de uma opinião médica e desejam a melhor assistência disponível para o doente, e a maioria procura isso entre os médicos convencionais. Alguns confiam mais em terapias alternativas. Isto também é assunto de decisão pessoal.  As doenças não existirão para sempre. O profeta Isaías apontou o tempo em que nenhum residente dirá Estou doente.

 

(Isaías 33:24) E morador nenhum dirá: Enfermo estou; porque o povo que habitar nela será absolvido da iniqüidade

 

Essa promessa se cumprirá no iminente novo mundo. Mas, até lá, temos de conviver com a doença e a morte. Felizmente, a Palavra de Deus nos orienta e ajuda

 

É conhecido de todos nós que toda causa tem um efeito e todo efeito uma causa, analisamos anteriormente as causas da doença, agora analisaremos os efeitos da mesma.

 

DEFESA E NEGATIVAUma vez que a doença é tão mal recebida, existe a tendência de negar sua gravidade e até sua presença. Quando somos afligidos, pelo menos por algum tempo indagamos: Não é possível que isso aconteça comigo? O diagnóstico não foi bem feito. Deus com certeza vai me curar. Os “mecanismos de defesa” é o modo de pensar que nos capacita a negar a realidade e simular que uma frustração ou conflito não tem importância. Os psicólogos identificaram diversos tipos de mecanismos de defesa, e muitos são vistos tanto nos doentes, quanto em seus familiares. Vejamos alguns desses mecanismos:

 

 RACIONALIZAÇÃO tendência a apresentar justificativas razoáveis. (“Eles erraram na interpretação do exame”).

 

A PROJEÇÃO Essa faz com que coloquemos nossos sentimentos de ira ou medo sobre outras pessoas. (“meu problema é com o médico que está tentando tornar minha vida ruim”).

 

A REAÇÃO DISFARÇADA É a tendência de aparentar, em excesso, o oposto daquilo que sentimos (“veja como estou bem, e como estou melhorando dia a dia).

 

O PENSAMENTO MÁGICO Esse permite a simulação (o médico irá com certeza encontrar um novo medicamento em breve).

 

A REPRESSÃO É um esquecimento inconscientE

 

A SUPRESSÃO É o esquecimento deliberado, sendo ambos usados para afastar de nossa mente a realidade desagradável. Tais coisas podem nos ser úteis se nos derem tempo de reunirmos forças e o conhecimento necessário para enfrentarmos com realidade. Porém se as defesas e negativas persistirem, tanto o paciente, quanto sua família não está sendo realista.

 

ESPERANÇA Quando o paciente deixa de manifestar esperança, trata-se geralmente de um sinal que a morte se aproxima. A esperança é fundamental no processo da cura, pois ela sustenta e encoraja o paciente em momentos difíceis. No caso do crente em Jesus, a esperança faz com que ele creia que o Deus vivo irá lhe responder.

 

 RETRAIMENTO– Quando estamos doentes, precisamos deixar que os outros nos ajudem. Porém muitos não acham isso fácil e sentem-se ameaçados por dependerem de outros, fracos e incompreendidos como resultados disso, retraem-se, algumas vezes numa atitude de autopiedade e subseqüente solidão.

 

MANIPULAÇÃO– Algumas pessoas vivem tentando controlar e manipular outros através de meios engenhosos ou a “força” quando essas pessoas ficam doentes, não é surpresa que façam uso da doença para controlar ou obter simpatia, atenção e favores de outros.

 

ATITUDES IMPORTANTES QUE DEVEMOS TOMAR EM RELAÇÃO À DOENÇA

 

  1. APRENDA A VER SIGNIFICADO NA DOENÇA– Nada acontece por acaso, às vezes Deus permite doença sobre nós, para que possamos tirar lições preciosas para nossa vida. É certo que quando ficamos doentes, somos forçados a uma série de coisas, como a diminuir nosso ritmo. Mas se abrirmos nossos olhos espirituais poderemos ver algo significativo na doença, muitas vezes transforma - se na oportunidade que muitos precisam a fim de deixar de correr o suficiente para descobrir uma vida mais feliz e proveitosa, há ocasiões que a pessoa necessita ficar doente para melhorar, pelo menos emocional e espiritual.

 

ENFRENTE SUAS PREOCUPAÇÕES com realidadeQuanto mais aprendermos a enfrentar as coisas como elas são, melhor será.

 

OBTENHA INFORMAÇÃOEstudos revelam que pacientes submetidos à cirurgia mostraram que a recuperação é mais rápida, e a dor menor quando é contado antes aos pacientes o que devem esperar durante e após o tratamento. Quanto mais informação a respeito da doença, o tratamento será mais eficaz.



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